Em 22 de Abril de 1500 os portugueses chegaram no Brasil  em comando de Pedro Álvares Cabral onde encontraram os índios. Começaram a fazer trocas de mercadorias ( uma relação de desvantagem : os potugueses davam coisas de baixo valor e ganhavam as riquezas do Brasil ) Os jesuítas vieram para cá com a intenção de catequizar os índios . Os portugueses queriam escravisar os indígenas , porém os jesuítas não deixaram porque queriam catequiza – los. E por isso portugueses escravizarão  os  africanos  . Eles escolhiam os negros pelo seu peso e força, passavam óleo no seu corpo  para dar a aparência de mais saudáveis . Assim os vendiam com mais facilidade.

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, comercialização na Europa,Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta, noz moscada, açafrão) que os portugueses encontravam lá eram de grande valor para que eles pudessem trocar  por outras mercadorias.

Fernanda, Milena Cadine, Gabrielle, Vitória e Letícia.

Pergunta: como os indígenas reagiram com a chegada dos portugueses?

Reforma Protestante – 7ª B

Publicado: 7 de abril de 2011 em Uncategorized

A Igreja desde final da Idade Média vem perdendo sua identidade por causa de suas ações,então começa-se a contrarreforma, que foi um processo feito pela própria Igreja justamente para tentar barrar a Reforma.

Lutero

É um movimento questionando a Igreja Católica, que faz com que surjam novas religiões:

Luteranismo: O monge católico, Martinho Lutero, publica 95 teses

(teorias) contra a igreja, é excomungado, formando a religião luterana. Ele fixou essas teses na porta da igreja de Wittenberg.

Calvinismo: Aconteceu na França em 1534 que João Calvino foi contrariado pela Igreja, que coordenava o enriquecimento, ele funda a religião que prega o lucro como forma de reconhecimentoprofundo.

Anglicanismo: Fundada por Henrique VIII na Inglaterra, depois dele interromper com o papado para casar-se novamente com Ana

Calvino

Bolena, para ter um filho homem, e vem outra mulher, e ele fica com o

poder da Igreja, ou seja, com suas terras e riquezas.

Em alguns países depois da reforma protestante a igreja toma atit

Henrique VIII

udes como: perseguir algumas minorias de igreja e o rei manda assinar alguns calvinistas na chamada Noite de São Bartolomeu.

Isabela Terossi, Jessiane, Milena Ginemes.

Pergunta: Como essa mudança influencia as religiões de hoje em dia ?

Feudalismo – 7ª B

Publicado: 7 de abril de 2011 em Uncategorized

Feudalismo consiste em um conjunto de práticas envolvendo questões de ordem econômica, social e política. Entre os séculos V e X, a Europa Ocidental sofreu uma série de transformações que possibilitaram o surgimento dessas novas maneiras de se pensar, agir e relacionar. De modo geral, a configuração do mundo feudal está vinculada a duas experiências históricas concomitantes: a crise do Império Romano e as Invasões Bárbaras.

A economia sofreu uma retração das atividades comerciais, as moedas perderam seu espaço de circulação e a produção agrícola ganhara caráter subsistente. Nesse período, a crise do Império Romano tinha favorecido um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais. Isso ocorreu devido as constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.

O senhor feudal representaria a classe nobiliárquica detentora de terras. Divididos por diferentes títulos, um nobre poderia ser responsável desde a administração de um feudo, até pela cobrança de taxas ou a proteção militar de uma determinada propriedade. A autoridade exercida pelo senhor feudal, na prática, era superior a dos reis, que não tinham poder de interferência direta sobre as regras e imposições de um senhor feudal no interior de suas propriedades. Portanto, assinalamos o feudalismo como um modelo promotor de um poder político descentralizado.

Rubiane, Hygor, Alessandro e Alison

O grupo não elaborou uma questão para discussão como solicitado.

Cruzadas – 7ª B

Publicado: 7 de abril de 2011 em Uncategorized

De 1096 a 1270, expedições foram formadas sob o comando da Igreja, a fim de recuperar Jerusalém (que se encontrava sob domínio dos turcos seldjúcidas) e reunificar os mundos cristãos, divididos com a “Cisma do Oriente”. Essas expedições ficaram conhecidas como Cruzadas.
A Europa do século XI prosperava. Com o fim das invasões bárbaras, teve início um período de estabilidade e um crescimento do comércio. Consequentemente, a população também cresceu. No mundo feudal, apenas o primogênito herdava os feudos, o que resultou em muitos homens para pouca terra. Os homens, sem terra para tirar seu sustento, se lançaram na criminalidade, roubando, saqueando e sequestrando. Algo precisava ser feito.
Como foi dito anteriormente, o mundo cristão se encontrava dividido. Por não concordarem com alguns dogmas da Igreja Romana (adoração a santos, cobrança de indulgências, etc.) os católicos do Oriente fundaram a Igreja Ortodoxa. Jerusalém, a Terra Santa, pertencia ao domínio árabe e até o século XI eles permitiram as peregrinações cristãs à Terra Santa. Mas no final do século XI, povos da Ásia Central, os turcos seldjúcidas, tomaram Jerusalém. Convertidos ao islamismo, os seldjúcidas eram bastante intolerantes e proibiram o acesso dos cristãos a Jerusalém.
Em 1095, o papa Urbano II convocou expedições com o intuito de retomar a Terra Sagrada. Os cruzados (como ficaram conhecidos os expedidores) receberam este nome por carregarem uma grande cruz, principal símbolo do cristianismo, estampada nas vestimentas. Em troca da participação, ganhariam o perdão de seus pecados.
A Igreja não era a única interessada no êxito dessas expedições: a nobreza feudal tinha interesse na conquista de novas terras; cidades mercantilistas como Veneza e Gênova deslumbravam com a possibilidade de ampliar seus negócios até o Oriente e todos estavam interessados nas especiarias orientais, pelo seu alto valor, como: pimenta-do-reino, cravo, noz-moscada, canela e outros. Movidas pela fé e pela ambição, entre os séculos XI e XIII, partiram para o Oriente oito Cruzadas.As Cruzadas não conseguiram seus principais objetivos, mas tiveram outras consequências como o enfraquecimento da aristocracia feudal, o fortalecimento do poder real, a expansão do mercado e o enriquecimento do Oriente.

 

Yasmin, Daniele e Natália.

 

O grupo não elaborou uma pergunta para discussão como solicitado.

Capitanias hereditárias – 7ª B

Publicado: 7 de abril de 2011 em Uncategorized

As capitanias hereditárias são quinze, contém doze donatários que são parentes ou amigos mais próximos do rei.

Os governadores gerais, que vieram cuidar de todas as capitanias. O primeiro governador geral foi Thomé de Sousa.

O Brasil foi dividido em capitanias para ser administrado melhor assim vieram os donatários, mas nem todos aceitaram.

Assim veio o governador geral.

Nas primeiras décadas do século XVI, Portugal, ainda atraído pelo comércio oriental, restringiu ao extrativismo suas ações de exploração do território colonial brasileiro. Dessa forma, realizava poucas expedições que somente transportavam as toras de pau-brasil que eram trazidas pelos índios ao litoral e organizavam algumas expedições de proteção e reconhecimento do litoral brasileiro.

Apesar dessas ações, a ameaça de invasão dos corsários estrangeiros, principalmente franceses, obrigou a Coroa Portuguesa a rever sua política de ocupação na colônia. A primeira medida tomada nesse sentido aconteceu em 1530, quando a expedição de Martim Afonso de Sousa foi enviada com os primeiros colonos a se fixarem definitivamente no espaço colonial. Por obrigação, Martim Afonso e os demais colonizadores deveriam fundar vilas, povoar e desenvolver a economia local.

No ano de 1534, dando continuidade ao projeto

Capitanias hereditárias

de tomada de posse, o rei Dom João III dividiu a nova colônia em quinze faixas de terra. Cada um desses imensos lotes de terra integraria o sistema de capitanias hereditárias, que transferiu a responsabilidade de ocupar e colonizar o território colonial para terceiros. Nesse sistema, o rei entregava uma capitania a algum membro da corte de sua confiança que, a partir de então, se transformava em capitão donatário.

 

 

Muitos governadores não tinham uma terra só como Pero Lopes de Sousa que tinha 3 capitanias que eram: SANTO AMARO, SANTANA E ITAMARACÁ era o governante que tinha mais capitanias na época.

Cícero, Isabela P., Isadora, Luis e Stephanie.

O grupo não formulou uma pergunta para discussão, como solicitado.

Brasil holandês – 7ª B

Publicado: 7 de abril de 2011 em Uncategorized

Com a morte do rei de Portugal, D. Sebastião, o país precisava de alguém para comandar as terras e seu parente mais próximo era o rei da Espanha Felipe II, e por isso cria-se a União Ibérica que durou de 1580 a 1640.

O rei da Espanha tinha que cuidar de muitas terras que por isso deixou uma brecha no Nordeste brasileiro onde a Holanda invadiu.

Sua primeira expedição ocorreu em 1621, na Bahia, contudo, esta não foi bem sucedida, pois, em pouco tempo, os colonos portugueses a mandaram para fora do Brasil.

Em 1630 houve uma segunda expedição e esta, ao contrário da primeira, ocorreu em Pernambuco foi melhor sucedida

Durante seu domínio, a Holanda enviou seu príncipe (Maurício de Nassau) para governar as terras que havia conquistado e formar nestas uma colônia holandesa no Brasil. Neste período, o príncipe holandês dominou enorme parte do território nordestino.

A cidade de Maurícia teve muitos avanços tecnológicos até o rei negociar a saída deles que vão para América Central.

Após algum tempo, ocorreram muitas revoltas devido aos altos impostos cobrados pelos holandeses. Após muitos conflitos, o governador Maurício de Nassau deixou seu cargo. Este fato facilitou a ação dos portugueses, que tiveram a chance de reagir em batalhas como a do Monte das Tabocas e a de Guararapes.

Em 1654, após muitos confrontos, finalmente os colonos portugueses (apoiados por Portugal e Inglaterra) conseguiram expulsar os holandeses do território brasileiro.

Mauricio de Nassau

Tainá Bianca Alves Caramuri, Felipe Stancati Caramuri, Leonardo Stefano, Fabrício Germano Rocha, Gabriel Eugênio Stolfa.

Discussão: Essa União trouxe benefícios ou não para Espanha e Portugal???

Renascimento – 7ª B

Publicado: 7 de abril de 2011 em Uncategorized

Renascimento: Foi a transição da Idade Média para a Idade Moderna,

Renascimento Comercial e Urbano: foi marcado pelo crescimento do comércio e a formação de várias cidades, feiras e rotas comerciais. As principais cidades do Renascimento foram: Toscana , Florença e Siena .

O Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci

Renascimento Científico: foi marcado, por uma certa reparação da Igreja, novas descobertas e novas invenções em todas as áreas do conhecimento. Uma das mais brilhantes teorias científicas dessa época, o heliocentrismo .

Renascimento Cultural e Artístico: ele foi marcado por executar produções artísticas com os livros e as obras de arte, que em geral  tinham características religiosas, ou seja, envolviam a Igreja. Os destaque na pintura foram Rafael, Michelangelo e Leonardo da Vinci.

"A criação de Adão" de Michelangelo

Ana Paula e Danilo

 

 

Discussão: O que foi o Renascimento ? O que ocorreu de importante nessa época?